Considero este tópico de altíssima importância para pensarmos mais friamente a respeito de nossos candidatos. Pesquisas são realizadas frequentemente e servem, sobretudo, para que os interessados possam acompanhar como vão as coisas e reavaliar sua estratégia. Mas como sabemos que existe uma enorme massa de "maria-vai-com-as-outras", ela pode assumir um papel decisivo no votos de várias pessoas.
Mas a pesquisa é confiável? Ela representa mesmo a opnião pública?
Bem, para pensarmos sobre isso, precisamos saber como elas são feitas.
1- Definição de público: Para aferições nacionais, normalmente é definido um universo de 2.000 a 2.500 pessoas. Esse universo vai representar o país. Isso porque esse contingente é formado por cotas, proporcionais ao restante do país, baseadas em sexo, idade, renda, grau de instrução, enfim, todas as informações censitárias que o instituto classificar como possíveis de influenciar no voto.
2- Instrumento de pesquisa: Definem-se as perguntas que serão feitas. Elas devem ser isentas e não influenciar na resposta do entrevistado. Por exemplo, a pergunta "Você gosta mais de Tostines ou de outro biscoito?" não é exatamente neutra e não deve integrar um formulário.
3- Nas ruas: os entrevistadores devem ser treinados a não influenciar o entrevistado.
4- Resultado: Há diferentes metodologias matemáticas e estatísticas validadas cientificamente para compilar e interpretar os dados. Cada instituto elege o seu e pode utilizar metodologias diferentes em pesquisas diferentes.
5- Divulgação: O resultado é entregue ao cliente que a encomendou que publica, se assim o desejar.
Todas as pesquisas eleitorais com intenção de publicação, devem ser registradas no TSE/TRE. Há, nesta data, 49 pesquisas cadastradas no TSE, em diferente estágios. Lá, você pode conferir dados importantes, como o público entrevistado, o tamanho da amostra, quem está pagando pela pesquisa e, inclusive, baixar o formulário de perguntas!
http://www.tse.gov.br/sadAdmPesqEleConsulta/pesquisa.jsp
Saiu uma pesquisa? Confira!
continua.
Mas a pesquisa é confiável? Ela representa mesmo a opnião pública?
Bem, para pensarmos sobre isso, precisamos saber como elas são feitas.
1- Definição de público: Para aferições nacionais, normalmente é definido um universo de 2.000 a 2.500 pessoas. Esse universo vai representar o país. Isso porque esse contingente é formado por cotas, proporcionais ao restante do país, baseadas em sexo, idade, renda, grau de instrução, enfim, todas as informações censitárias que o instituto classificar como possíveis de influenciar no voto.
2- Instrumento de pesquisa: Definem-se as perguntas que serão feitas. Elas devem ser isentas e não influenciar na resposta do entrevistado. Por exemplo, a pergunta "Você gosta mais de Tostines ou de outro biscoito?" não é exatamente neutra e não deve integrar um formulário.
3- Nas ruas: os entrevistadores devem ser treinados a não influenciar o entrevistado.
4- Resultado: Há diferentes metodologias matemáticas e estatísticas validadas cientificamente para compilar e interpretar os dados. Cada instituto elege o seu e pode utilizar metodologias diferentes em pesquisas diferentes.
5- Divulgação: O resultado é entregue ao cliente que a encomendou que publica, se assim o desejar.
Todas as pesquisas eleitorais com intenção de publicação, devem ser registradas no TSE/TRE. Há, nesta data, 49 pesquisas cadastradas no TSE, em diferente estágios. Lá, você pode conferir dados importantes, como o público entrevistado, o tamanho da amostra, quem está pagando pela pesquisa e, inclusive, baixar o formulário de perguntas!
http://www.tse.gov.br/sadAdmPesqEleConsulta/pesquisa.jsp
Saiu uma pesquisa? Confira!
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